quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

o nó na garganta com que adormeço



Toda a gente devia ser obrigada a ler livros como este. Porque em cada página que passa aprende-se a dar um bucadinho mais de valor à vida.

Desde que lhe peguei adormeço todos os dias com um nó na garganta, lágrimas nos olhos e cada vez mais com a certeza de que a vida é mesmo injusta.

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

ela é uma pãozinho sem sal, mas até diz umas coisas bem jeitosas.

"When something begins, you generally have no idea how it's going to end."
Meredith Grey
E é disto que eu neste momento tenho medo. De como as coisas podem acabar.
Porque por mais que tente não sou minimamente do género "deixa andar e vê no que dá". Tenho sempre milhões de cenários finais possíveis na minha cabeça que inevitavelmente acabam por condicionar as minhas atitudes no presente. Oh God, como eu gostava de não fazer filmes e de não sofrer por antecipação. Era tudo tão mais fácil, não era?

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

a Nicola bem que podia fazer outra campanha do género

Um dia vou ser mesmo feliz.

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Será mesmo assim?

- Odeias-me? - acabou por perguntar.
- Não sou do género de odiar pessoas.
- Isso é porque não esperas nada de ninguém.

Haruki Murakami, em Sputnik meu amor.

domingo, 1 de Novembro de 2009

o melhor i can read de sempre


só queria mesmo que fosse verdade.

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

as minha rotinas #1

Quem me quer ver feliz pela manhã...

Não fale muito comigo na primeira meia hora, pelo menos, depois de me levantar. Passo a explicar.
Eu vivo sozinha, logo não estou habituada a que falem comigo quando acordo. Falo comigo própria, mas sempre interiormente. Planeio o meu dia, penso sobre o que vou comer ao jantar, se fiz tudo o que tinha a fazer, no que vou ou não vestir, nas atitudes que x ou y teve e que não gostei, nos amigos que estão longe, e tudo o mais que surgir na altura. Mas tudo isto sem pronunciar uma única palavra. Vá, no máximo ligo a aparelhagem e vou cantarolando a musiquinha que estiver a tocar. Mas muitas das vezes estou mesmo sem dizer uma palavra até chegar ao Ginásio ou até mesmo à Faculdade.

Já é uma rotina, entendem? A minha rotina. E eu odeio que interfiram nela.

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Porquê?

As pessoas até conseguem admitir facilmente, dentro do possível, que em alguma situação foram mais egoístas, menos simpáticos, mais brutos, menos afáveis, mais infantis, menos altruístas. Mas e o ciume? Porque é que admitir o ciume é tão complicado?
Nunca ninguém quer passar por ciumento porque achamos sempre que vamos parecer inseguros, parvos e ridículos. O que nem sempre é verdade, porque muitas das vezes o outro lado também precisa de saber até que ponto vai o sentimento.
E sei que muitos discordarão de mim, mas o ciume (não exagerado óbvio) é uma das maiores demonstrações de amor.

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

e como prometido..

Arrependo-me, todos os dias, da impulsividade que me consome. Envergonho-me de já ter mentido a alguém só para que não me achassem inferior. O meu maior medo é a morte. Entre saltos altos e sabrinas prefiro os primeiros, mas não dispenso os segundos. O maior sonho da minha vida é ser Jornalista. Sempre que tiro 'catotas do sótão' faço-o sempre com um lenço de papel. Nunca teria coragem para beijar alguém a meio de uma frase (mas já aconteceu o contrário). Já roubei uma garrafa de Martini Bianco.

(...)